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Thursday, January 26, 2012
5º número da zine mailinda do mundo
Sunday, January 22, 2012
Extra!extra! read all about it!
Friday, November 4, 2011
4º número da zine mailinda do mundo
Thursday, September 1, 2011
Maggie Taylor a sul
Wednesday, August 31, 2011
Ahoy!
Aqui está o terceiro número da revista A SUL DE NENHUM NORTE.
Esperamos que vos agrade.
fazer download aqui
Esperamos que vos agrade.
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Wednesday, July 13, 2011
a sul
Se me nasceram flores
Se me nasceram flores
nas pontas dos dedos
e eu as roí como
a uma pele mais seca
ou se as cortei, não perdoo
dentes ou tesoura que
não impediram o indecoro
:
mais estranho é
desconhecer assim o corpo
próprio e seus processos
e confundir pele
com pétala é afinal
tão menos grave
que sua possibilidade
:
mas vê, se certo é tudo
o que sucede e natural até,
como o metal subterrâneo
sob a pele, como descrer
do que morre? isto é,
o fluxo constante
do que ocorre.
Rute Mota
Se me nasceram flores
nas pontas dos dedos
e eu as roí como
a uma pele mais seca
ou se as cortei, não perdoo
dentes ou tesoura que
não impediram o indecoro
:
mais estranho é
desconhecer assim o corpo
próprio e seus processos
e confundir pele
com pétala é afinal
tão menos grave
que sua possibilidade
:
mas vê, se certo é tudo
o que sucede e natural até,
como o metal subterrâneo
sob a pele, como descrer
do que morre? isto é,
o fluxo constante
do que ocorre.
Rute Mota
Monday, June 27, 2011
e ainda a sul
Dedicatória
ver mar e ver terra ter a roupa decorada
o cinza cobrindo o negro e depois
depois só o negro apetecer o negro
eu acho que vestias assim
e faço bonecos espreito outras ruas
mas ninguém leva a tua cara nem podia
Então penso onde foi mesmo
em que língua envergonhava a gente?
dois ou três nomes de terras
todas elas nossas conhecidas
terras conhecidas pelos dois mas
com mais cores a cor toda atrapalhada
devorar uma sandes ao jantar
acabar com o queijo
E logo umas canções que memorizem
digo guitarras tocadas como pedras
lagos estradas caminhos comidos
apanhar e guardar essas luzinhas todas
boca aberta e passo abananado
querendo rir e ser gentil
Hugo Milhanas Machado
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por Carmen
Ficam combinadas histórias para contarver mar e ver terra ter a roupa decorada
o cinza cobrindo o negro e depois
depois só o negro apetecer o negro
eu acho que vestias assim
e faço bonecos espreito outras ruas
mas ninguém leva a tua cara nem podia
Então penso onde foi mesmo
em que língua envergonhava a gente?
dois ou três nomes de terras
todas elas nossas conhecidas
terras conhecidas pelos dois mas
com mais cores a cor toda atrapalhada
devorar uma sandes ao jantar
acabar com o queijo
E logo umas canções que memorizem
digo guitarras tocadas como pedras
lagos estradas caminhos comidos
apanhar e guardar essas luzinhas todas
boca aberta e passo abananado
querendo rir e ser gentil
Hugo Milhanas Machado
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Etiquetas:
Hugo Milhanas Machado,
numero 2
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